Monthly Archives: Maio 2013

Escola da Comunidade: Já começaram os ensaios da Marcha da CAF/JI da Escola Padre Rocha e Melo

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Este ano a EB1/JI Padre Rocha e Melo vai participar no Concurso Infantil de Marchas Populares com a Marcha de Jardim de Infância da Componente de Apoio à Família. O evento vai realizar-se no dia 17 de Junho na Escola Pintor Almada Negreiros durante o período da tarde como já é hábito.

Nos meninos e meninas da EB1/JI Padre Rocha e Melo já começaram os ensaios para brilharem no Concurso como as imagens indicam…

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Escola da Comunidade: Policia Municipal nas CAF

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Foi na quarta e quinta-feira passadas que as CAF das Escolas Dr. Nuno Cordeiro Ferreira e Padre Rocha e Melo tiveram uma visita especial… os Agentes Ana Paula e Geu da Polícia Municipal de Lisboa.

Estas sessões decorreram no âmbito do projeto Policiamento Comunitário, do Grupo de Segurança do Grupo Comunitário da Alta de Lisboa (GCAL), tendo como objetivo tirar, de uma forma informal, dúvidas às crianças sobre o trabalho efetuado. Surgiram perguntas muito diversificadas, desde questões relacionadas com regras de segurança, reciclagem ou a utilização dos rádios intercomunicadores por parte dos agentes.

As crianças adoraram a presença dos agentes na Escola e no final da sessão a  pergunta mais frequentes foram ”podem vir cá amanhã?” ou “para a semana também veem cá?”

Ficam algumas imagens…

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E. Comunidade: Preparativos para as Marchas Populares 2013

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Aproximam-se as Marchas Populares de Lisboa e por este motivo a Escola Dr. Nuno Cordeiro Ferreira (Escola 91) já iniciou os trabalhos para a construção das suas duas marchas populares, uma de jardim de infância (CAF) e outra de 1º ciclo (AEC).

Os trabalhos já vão adiantados… a ideia das marchas já está concebida, já foram selecionados os marchantes, a letra da música  já está decorada, os ensaios da coreografia já tiveram início e os restantes alunos já estão a efetuar ateliers de forma a contribuir para as marchas com a realização dos acessórios.

Este será o quarto ano que a Escola entra no Concurso de Marchas, e para o tema de 2013 que é a cidade Lisboa, as AEC e CAF têm muitas surpresas pautadas de grande originalidade! Vai ser um espetáculo a não perder no dia15 de Junho na Escola Pintor Almada Negreiros.

Até lá há ainda muito trabalho por fazer… Professores, Monitores e crianças concentram os seus esforços para que neste dia tudo corra da melhor forma!

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Greve Geral de Docentes no Primeiro dia de Exames Nacionais| Notícia Educare

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“(…)Os sindicatos agendaram uma greve geral de professores para 17 de junho, que coincide com o primeiro exame nacional do ensino secundário, avançou a FENPROF. Pais consideram que a greve não defende educação pública. CDS-PP considera esta iniciativa um golpe muito baixo para o sistema educativo.

A decisão foi tomada durante uma reunião que juntou, em Lisboa, nove sindicatos de docentes para analisar os impactos na educação das medidas anunciadas pelo Governo, que podem implicar o aumento do horário de trabalho e a passagem à mobilidade especial dos professores.

A Federação Nacional de Educação (FNE) foi a única estrutura sindical que não expressou um apoio imediato à greve, condicionando a sua decisão ao que for deliberado numa próxima reunião dos seus órgãos diretivos.

Ficou ainda agendado um período de greve aos serviços de avaliação, nos dias 11, 12, 13 e 14 de junho, que vão afetar sobretudo as reuniões de avaliação dos alunos do 9.º, 11.º e 12.º ano, que realizam exames nacionais e terminam o período de aulas mais cedo do que os outros anos escolares.

Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FENPROF), Mário Nogueira, justificou a escolha do período de greve, coincidente com os exames nacionais, com o apertado calendário que os professores têm pela frente e disse que os docentes, com as recentes medidas anunciadas pelo Primeiro-Ministro, “estão a viver um filme de terror autêntico”.

“É um período complicado. Pois, mas agora não há outro. Deixarmos esta luta para setembro é absolutamente despropositado e desnecessário, porque em setembro, se não formos à luta antes, milhares de professores já foram despedidos”, disse, referindo que em julho e agosto não há ninguém nas escolas.

Mário Nogueira disse ainda que a marcação de uma paralisação com um mês de antecedência tem como objetivo dar ao Governo tempo para recuar e negociar, sublinhando a abertura de todas as estruturas sindicais para o diálogo.

“Não queremos fazer a greve pela greve. Queremos resolver os problemas antes de chegarmos ao momento da luta. Há um mês, com toda a abertura que todas as organizações têm para o diálogo, para o MEC e o Governo se dirigirem aos professores e assumirem a garantia por escrito de que não haverá professores na mobilidade especial, dispensa de professores contratados, mexidas no horário de trabalho”, declarou o líder da FENPROF.

Mário Nogueira criticou ainda que o Governo esteja a tentar impor alterações ao Estatuto da Carreira Docente (ECD) através do Ministério das Finanças, referindo que o ECD é matéria de negociação sindical com o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e que os sindicatos não aceitam alterações fora do âmbito de uma negociação com a tutela.

 “Se o Governo e o MEC quiserem os problemas podem ser ultrapassados, e este calendário de luta também. Se não quiserem, há uma coisa neste momento que temos a certeza: os professores não têm nada a perder”, declarou o sindicalista.

A FENPROF não avança condições para a desconvocação da greve, e admite apenas que, “por cada medida que for compromisso do Governo não aplicar, ponderar sempre o que fazer a seguir”.

O líder da Federação diz-se também “perfeitamente consciente de que o MEC irá tentar fazer qualquer coisa” para evitar a greve.

Em 2005, quando foi convocada uma greve em moldes semelhantes à hoje anunciada, foram decretados serviços mínimos na escola para evitar o impacto da greve nos exames, que acabaram por decorrer com normalidade, depois de os professores terem comparecido ao serviço.

Nogueira concluiu dizendo que com a reunião dos nove sindicatos de professores envolvidos (ASPL, FENPROF, FNE, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU) “quiseram dar um forte sinal de unidade”.

A agência Lusa contactou o MEC para uma reação, mas não obteve qualquer resposta.

O presidente da Confederação de Pais (CONFAP) considerou que a marcação de uma greve de professores para o primeiro dia de exames nacionais do ensino secundário não é uma boa forma de defender a educação e a escola pública.

“Creio que é uma decisão algo precipitada”, disse à agência Lusa Jorge Ascensão, acrescentando que “a medida vai prejudicar essencialmente os jovens” e “terá, provavelmente, um efeito negativo nos exames subsequentes”.

Jorge Ascensão admitiu ver esta decisão dos sindicatos “com muita apreensão”, por antecipar “o impacto que vai ter no trabalho feito durante o ano letivo, quer pelos alunos quer pelos docentes”, mas também na organização das famílias.

“Gostaríamos muito que fosse possível encontrar outras formas de defender os interesses e que fosse possível olharmos para a educação com o objetivo de proporcionar aos nossos jovens o que eles precisam”, referiu o presidente da CONFAP.

 O CDS-PP considerou que a decisão dos professores fazerem greve num dia de exame nacional é “um golpe muito baixo para o sistema de ensino”.

 Hoje, durante o debate de urgência pedido pelo PS sobre o “Estado da educação no ensino básico e secundário”, o deputado do CDS-PP Michael Seufert considerou que fazer um anúncio de greve para um dia em que se realiza uma prova nacional é “um golpe muito baixo para o sistema educativo português”.

 Sublinhando que a greve é um direito dos trabalhadores, o deputado popular lembrou que “o que está em causa é a realização das provas finais”.

Em resposta, Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda, lembrou que os professores “reclamam apenas o direito ao diálogo” e acusou o ministro Nuno Crato de ter “atraiçoado o voto dos professores” ao não cumprir o que tinha prometido, como por exemplo que a mobilidade especial não se aplicaria aos professores.

“Os sindicatos querem apenas o que o ministro prometeu”, sublinhou o bloquista, dando como exemplo a semana de 40 horas de trabalho.

Em tom irónico, Luís Fazenda disse que Nuno Crato justifica as suas mediadas com o facto de “o mundo ter mudado”.

O debate de urgência foi pedido pela bancada socialista que alertou para o estado da educação: “A escola pública ao longo destes dois anos de Governo da maioria PSD/CDS-PP viu abater pilares essenciais para o desenvolvimento da sua missão. A cada dia que passa, o serviço público de educação está a ser destruído por um Governo que conta os dias da sua agonia, enquanto arrasta o país para o abismo”, acusou a deputada Odete João.

Durante o seu discurso, a socialista criticou o despedimento e insegurança dos professores que vivem “com o cutelo do desemprego à cabeça”.

As alterações da estrutura curricular, os “giga-agrupamentos” e a educação de adultos foram outros dos temas que mereceram fortes críticas, não só do PS como de toda a Oposição. “O Governo fica satisfeito por reduzir a escola pública a uns exames, cultivar a insegurança, promover as desigualdades sociais e despedir milhares de agentes educativos. Nada disto o parece incomodar”, concluiu Odete João. (…)”

Fonte:  http://www.educare.pt/educare/Atualidade.Noticia.aspx?contentid=D3F0F7F72D20671BE0400A0AB8005E7C&opsel=1&channelid=0

O Dia da Mãe é Amarelo| Trabalho realizado pelo 5ºB da EB2+3 do Alto do Lumiar

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O trabalho foi realizado pela turma do 5ª B da Escola E.B. 2,3 do Alto do Lumiar em conjunto com a Professora de Ciências da Natureza. Esta turma é constituída por 21 alunos com idades compreendidas entre os 10 e 12 anos.

Materiais:
Cartão, embalagens Tetra- Pak de vários tamanhos, tintas de spray de 4 tons de amarelo, tesoura e cola

Metodologias:
– 1º Momento: Apresentação do concurso à turma (proposta de trabalho, leitura das regras e esclarecimento de dúvidas)
– 2º Momento: Discussão em grupos de trabalho sobre as várias propostas apresentadas pelos alunos e escolha de uma.

Planificação do trabalho:
3º Momento: Elaboração do coração (Desenho de corações de vários tamanhos, nas embalagens abertas e recorte dos mesmos. Pintura dos corações e da base em forma de coração, com os vários tons de amarelo. Colagem e retoques finais.
4º Momento: Escolha de um Slogan “O amor de Mãe é belo e o nosso coração é amarelo”

Resultado final:

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coração amarelo 1.240x180

coração amarelo 3.240x180

Para saber mais:

http://www.coracaoamarelo.abae.pt/index.php?p=work&id=132