Monthly Archives: Janeiro 2012

Sessões APAR na Escola 91

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A Associação de Pais em parceria com o Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar e Associação A PAR –  Aprender em Parceria ( http://www.a-par.pt/ )  irá promover na Escola 91 um grupo de Pais e filhos cujo objectivo será reforçar as ligações entre os cuidadores e as crianças através de jogos, danças, canções, actividades plásticas entre outras brincadeiras!

Apareça com o seu filho nesta 5ºfeira as 17h00 na Escola 91 !

Escola da Comunidade: Sessões de Taichi – Qigong e Tuina para Crianças

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Todas as 4ºfeiras os alunos do 2ºA da Escola 34 durante as Actividades de Enriquecimento Curricular praticam TAICHI E QIGONG com a Tânia e a Zahra que são voluntárias estão a terminar a sua licenciatura em Medicina Tradicional Chinesa.u

Estas sessões já acontecem deste o ano lectivo anterior e que tiveram continuidade este ano com o mesmo grupo de crianças.

Ficam algumas imagens da sessão que aconteceu pela 1ºvez na rua…

Acções de vandalismo na Escola 34

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 A Associação de Pais vem condenar as acções de vandalismo que a Escola Nº 34 tem vindo a ser alvo na última semana.

Hoje alunos e professores de 4 turmas chegaram às respectivas salas de aula e encontram os vidros partidos e estilhaços espalhados pelo chão. Está situação causa grande trastorno no normal funcionamento das aulas, para além de esperarem na biblioteca até as suas salas terem o mínimo de condições para voltarem a ser usas ( e até lá já passaram algumas horas) depois confrontam-se com o frio que o aquecimento das salas não consegue enfrentar.

A APEAL já mobilizou alguns esforços, nomeadamente contactou a Policia Municipal no âmbito do seu projecto “Policiamento Comunitária” que decorre na Alta de Lisboa, deve uma reunião com o Comissario Gouveia da 41º Esquadra e em conjunto com a coordenação da escola esta a tentar junto da CML reforçar medidas de segurança.

1ºAcção de Vandalismo no dia 17 de Janeiro

 

2ºAcção de vandalismo no dia 23 de Janeiro

3ºAcção de Vandalismo hoje

Escola da Comunidade: Os grandes Pintores chegaram a Escola 34

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Os alunos do 4ºano da Escola 34 estão a desenvolver um projecto com a Professora Margarida que consiste em descobrir e reproduzir obras de grandes pintores.

O Pintor do mês de Janeiro foi o francês  Henri Matisse conhecido por seu uso da cor e sua arte de desenhar fluida e originalmente.

Ficamos com alguns dos resultados dos trabalhos artísticos dos nossos alunos

Os trabalhos dos alunos do 4ºC

Os trabalhos dos alunos do 4ºA

Trabalho individual de uma aluna

Aguarde pelas próximas obras de arte sobre Van Gogh! Em breve os alunos do 4ºano irão dar novidades.

GPS para Pais: Formação de GIMP

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Realizou-se hoje a formação de GIMP com a participação de 19 formandos cujo objectivo aprender a utilizar este programa de código aberto  voltado principalmente para criação e edição de imagens e em menor escala também para desenho vetorial.

Este primeiro momento de formação surge numa parceria da APEAL entre o  KCidade e o Agrupamento  de Escolas do Alto do Lumiar que a partir de Fevereiro irá promover na Escola D.José I uma formação TIC com duração de 30 horas para Pais e  Encarregados de Educação em pós-laboral.

Queremos também agradecer a todos os Participantes neste primeiro momento de formação realizado em parceria com o Kcidade e aos formadores Cesár Moreira e Ana Gil pelo empenho para preparação deste momento.

Ficam algumas fotográficas…

Demonstração das sessões A-PAR na Escola 91

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 Realizou-se hoje uma sessão de demonstração APAR na Escola 91 com o objectivo de promoção e divulgação do trabalho dos grupos APAR junto da comunidade Escola principalmente famílias que possam estar interessadas em fazer parte do grupo que irá começar no próximo mês de Fevereiro na Escola em parceria com a APEAL.

Nestas sessões que irão ter lugar semalmente  às 5ºfeiras das 17h00 até 18h00 na Escola 91  promovidas em parceria com a APEAL e os objectivos são de capacitação familiar contribuindo para a redução de factores de risco, actuando desta forma ao nível da prevenção primária.

O trabalho desenvolvido pela Associação A PAR está vocacionado para a criação de contextos facilitadores que promovem:
– o desenvolvimento de vínculos afectivos seguros e positivos entre pais e filhos;
– o desenvolvimento da auto-estima tanto das crianças como dos seus pais e cuidadores;
– a criação de predisposições positivas para a aprendizagem;
– a redução no futuro do nível de insucesso e abandono escolar;
– o aumento dos níveis de literacia e numeracia;
– a criação de redes sociais de suporte mutuo dentro de cada comunidade onde o projecto se inscreve.

Neste sentido todas as famílias que estejam interessadas em participar ou saber um pouco mais  sobre as sessões podem ir no próximo dia 2 de Fevereiro a Sessão de Demonstração das 17h00 até 18h00.

Grupo da Escolaridade: PEDDY PAPER INSTITUCIONAL

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No passado dia 20 de Janeiro realizou-se na Alta de Lisboa um Peddy Paper institucional uma iniciativa do grupo de Escolaridade organizado por uma equipa de trabalho constituída pela APEAL, CAI da Cruz Vermelha e Kcidade.

Estiverem envolvidos na actividade 27 instituições que acolheram os 60 participantes que explicaram de uma forma geral a sua missão e objectivo. Também nos preparam um pequeno desafio para conseguirem a pista para a instituição seguinte.

Foi um dia extraordinário!

Ficam aqui algumas imagens…

Na Junta de Freguesia do Lumiar

A turma do 4ºB recebeu os participantes na Horta da Escola 34

 

Um dos grupos na AAEAC

Na Escola D.José I fomos recebidos pelos professores e alunos das turmas PIEF

 

Menos Casos de Violência Escolar reportados às autoridades 2011

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Procuradoria-Geral da República revela melhorias na prevenção e punição dos crimes de violência em contexto escolar. Comunidade educativa tem vindo a perder o medo de denunciar os casos ilícitos.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) garante que há sinais animadores na prevenção e punição dos crimes de violência escolar, tendo em conta os últimos dados que indicam a abertura de 107 inquéritos nos primeiros nove meses de 2011 no Distrito Judicial de Lisboa – que abrange os círculos judiciais de Lisboa, Almada, Angra do Heroísmo, Barreiro, Caldas da Rainha, Cascais, Funchal, Loures, Oeiras, Ponta Delgada, Grande Lisboa Noroeste, Torres Vedras e Vila Franca de Xira. Em 2009, foram reportados, nas mesmas regiões, 145 casos de violência na comunidade escolar que subiram para 166 em 2010.Foi no Distrito Judicial de Évora que se contabilizou o menor número de inquéritos relacionados com a violência escolar em 2011. Ou seja, 33 ao todo numa zona que abraça os círculos judiciais de Abrantes, Beja, Évora, Faro, Loulé, Portalegre, Portimão, Santarém, Santiago do Cacém e Setúbal. Com os números na mão, a PGR adianta que há uma “clara melhoria na prevenção e punição” desses crimes que envolvem a comunidade educativa. Numa resposta enviada à Lusa, a entidade avança com explicações para esse cenário. Uma melhoria que, em seu entender, se deve “essencialmente ao facto de os conselhos diretivos das escolas, os professores, os familiares dos alunos e os próprios terem perdido o medo de participar e passarem a comunicar a ocorrência de ilícitos”.

A melhoria tem mais intervenientes. “O Ministério Público e o Ministério da Educação estão mais atentos ao fenómeno, que deixou de estar escondido dentro das paredes da escola”, sustenta a PGR na resposta endereçada à Lusa. Recorde-se que em 2008 o Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, apelou aos diretores e professores que não deixassem passar em claro agressões e atos violentos dentro dos estabelecimentos de ensino, lembrando que era um dever cívico participar esses casos às autoridades competentes. Em pano de fundo estava, nessa altura, a agressão de uma aluna de 15 anos a uma professora, numa escola Secundária do Porto, por causa de um telemóvel. O episódio foi gravado, colocado na Internet, comentado em todos os órgãos de comunicação social. O Ministério Público entrou em ação e a aluna acabou por ser transferida de escola e obrigada a cumprir 30 horas de trabalho comunitário.

O Observatório da Segurança em Meio Escolar está satisfeito com os números, mas aconselha prudência. “Do ponto de vista estatístico, há flutuações. Num ano pode haver uma redução efetiva e depois um aumento, por isso convém ver estes números no médio prazo”, defende João Sebastião, sociólogo do Observatório, em declarações à Lusa. Os resultados são positivos, ainda assim poderá haver casos não reportados. De qualquer forma, o responsável admite que o trabalho de várias estruturas do Estado estará a fazer a diferença. “Houve uma grande discussão pública sobre o assunto que sensibilizou as famílias”, sublinha. E a impunidade deixou de ser a regra.

Há outras questões paralelas que merecem atenção. O sociólogo não vê com bons olhos a ideia da formação cívica desaparecer dos currículos do ensino Básico e Secundário, uma vez que a segurança e a cidadania são temas discutidos nessa área curricular. “A dimensão da formação social dos indivíduos é importante. Acabar com a formação cívica não contribui para reduzir comportamentos agressivos e violentos”, avisa. Por outro lado, o responsável teme que o problema do bullying nas escolas possa aumentar porque o Ministério da Educação não renovou o contrato com o Observatório, no final do ano passado. João Sebastião receia, por isso, que o trabalho de prevenção e alerta feito junto das escolas, nos últimos seis anos, não tenha continuidade e, por isso, haja um retrocesso nessa temática.

Na Assembleia da República, no último Governo socialista, havia vontade de configurar oficialmente o crime de violência escolar que previa penas de prisão de um a cinco anos para quem “de modo reiterado ou não, e por qualquer meio, infligir maus tratos físicos ou psíquicos, incluindo castigos corporais, privações de liberdade e ofensa sexuais, a membro de comunidade escolar a que o agente também pertença”. A sentença podia esticar até aos 10 anos em caso de morte como consequência de maus-tratos. A Ordem dos Advogados e o Conselho Superior do Ministério Público não concordaram com o teor da proposta.

A proposta de lei foi ao hemiciclo e ainda foi aprovada na generalidade com os votos a favor do PS, contra do PCP, BE e Verdes, e a abstenção do PSD e CDS-PP, mas acabaria por deixar passar o seu tempo de validade. O tempo passou mas o CDS-PP poderá recuperar a ideia. O deputado Michael Seufert já adiantou que o Partido Popular está seriamente a ponderar se apresenta uma nova iniciativa neste âmbito ou se integra essa questão na discussão do Estatuto do Aluno. Quanto a este assunto, o sociólogo do Observatório da Segurança em Meio Escolar ficou satisfeito por a proposta socialista ter caducado. “A lei tutelar de menores chega e sobra”, assegura à Lusa.

NOTA:

Noticia publicada pela EDUCARE:

http://www.educare.pt/educare/Atualidade.Noticia.aspx?contentid=B1152573DB898FE2E0400A0AB8004F20&channelid&opsel=1